Colesterol remanescente como fator de risco causal para doença isquêmica do coração
Remnant cholesterol as a causal risk factor for ischemic heart disease
O que o estudo mostra
Os pesquisadores genotiparam 73.513 pessoas de Copenhague, das quais 11.984 tiveram doença isquêmica do coração, e usaram randomização mendeliana, método que usa variantes genéticas como um sorteio natural para testar causa. Avaliaram o colesterol remanescente, presente nas partículas ricas em triglicerídeos e medido sem jejum. Um aumento genético de 1 mmol/L no colesterol remanescente esteve associado a chance 2,8 vezes maior de doença isquêmica, independente do HDL. Já o HDL baixo, determinado geneticamente, não mostrou efeito causal. O achado sugere que o colesterol das partículas ricas em triglicerídeos contribui de fato para a doença. O limite é que efeitos múltiplos das variantes não podem ser totalmente descartados.
- 1 mmol/L a mais de colesterol remanescente associou-se a chance 2,8 vezes maior.
- O efeito foi independente do HDL baixo.
- O HDL baixo, por si só, não mostrou efeito causal.
Resumo escrito pelo Time Piantare a partir do estudo, para leitura em português. Não substitui o artigo nem uma consulta. Conteúdo educativo, não é diagnóstico.
Onde a Piantare cita este estudo
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