Meu espaço Começar anamnese
Biblioteca Piantare · coorte · 2018

Frequência de reclassificação de variantes após testes genéticos para câncer hereditário

Prevalence of Variant Reclassification Following Hereditary Cancer Genetic Testing

Autores Mersch J, Brown N, Pirzadeh-Miller S, Mundt E, Cox HC, Brown K, Aston M, Esterling L, Manley S, Ross TRevista JAMAAno 2018DOI 10.1001/jama.2018.13152PubMed 30264118
BEvidência boa. Ensaio clínico ou coorte grande, com método sólido. Como classificamos
Resumo da Piantare

O que o estudo mostra

Os autores analisaram 1,45 milhão de pessoas, 95,6% mulheres, que fizeram testes genéticos para câncer hereditário em um laboratório entre 2006 e 2016. No total, 6,4% das variantes únicas foram reclassificadas. Mudanças de categoria foram raras entre variantes já classificadas como patogênicas ou benignas. Já entre as variantes de significado incerto, aquelas sem interpretação definida, 7,7% foram reclassificadas: 91% passaram para benignas e cerca de 9% para patogênicas. Considerando todas as pessoas, 24,9% dos laudos com variante incerta foram atualizados. A mensagem é que resultados incertos podem mudar com o tempo e vale acompanhar. Os dados vêm de um único laboratório.

Resumo escrito pelo Time Piantare a partir do estudo, para leitura em português. Não substitui o artigo nem uma consulta. Conteúdo educativo, não é diagnóstico.

Ver na fonte original

Onde a Piantare cita este estudo

Da ciência para o seu dia

Quer entender o que isso muda para você?

A anamnese da Piantare leva 6 minutos e mostra por onde começar. Se ficou uma dúvida, o Time Piantare responde.