Preditores genômicos da resposta do VO2 máximo a programas padronizados de treino físico
Genomic predictors of the maximal O₂ uptake response to standardized exercise training programs
O que o estudo mostra
Pesquisadores acompanharam 473 adultos sedentários de 99 famílias do estudo HERITAGE, todos brancos, que fizeram o mesmo programa de exercício por 20 semanas. Mediram o ganho de VO2 máximo (a capacidade máxima de usar oxigênio) e varreram cerca de 324 mil variações genéticas. A herdabilidade do ganho foi estimada em 47%, e um painel de 21 variantes explicou 49% da diferença entre as pessoas: quem tinha poucas versões favoráveis ganhou em média 221 ml/min, e quem tinha muitas, 604 ml/min. Parte dos achados se repetiu em outros grupos. O trabalho mostra que a resposta ao treino tem forte componente genético, mas a amostra é pequena para esse tipo de análise e os autores pedem replicação em larga escala.
- Cerca de metade da variação no ganho de VO2 máximo ao treino parece herdada.
- Um painel de 21 variantes explicou 49% das diferenças de resposta entre participantes.
- Algumas associações se repetiram em outros estudos, mas a replicação ampla ainda é necessária.
Resumo escrito pelo Time Piantare a partir do estudo, para leitura em português. Não substitui o artigo nem uma consulta. Conteúdo educativo, não é diagnóstico.
Onde a Piantare cita este estudo
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