Lacunas na incorporação de testes genéticos hereditários às decisões de tratamento do câncer de mama inicial
Gaps in Incorporating Germline Genetic Testing Into Treatment Decision-Making for Early-Stage Breast Cancer
O que o estudo mostra
Os autores entrevistaram 3.672 mulheres com câncer de mama diagnosticado entre 2014 e 2015 em dois registros americanos e também seus cirurgiões. Das 666 que fizeram teste genético, só cerca de metade conversou sobre o resultado com um aconselhador genético. A retirada das duas mamas foi frequente em quem tinha mutações patogênicas, mas também ocorreu em cerca de metade das mulheres de risco médio com variante de significado incerto, um resultado que não indica maior chance de câncer. Muitos cirurgiões tratavam variantes incertas como se fossem patogênicas. A mensagem é que resultados genéticos precisam de boa explicação. O estudo usa dados autorrelatados de duas regiões dos Estados Unidos.
- Cerca de metade das pacientes testadas não conversou com aconselhador genético.
- Metade das mulheres de risco médio com variante incerta retirou as duas mamas.
- Muitos cirurgiões tratavam variantes incertas como patogênicas.
Resumo escrito pelo Time Piantare a partir do estudo, para leitura em português. Não substitui o artigo nem uma consulta. Conteúdo educativo, não é diagnóstico.
Onde a Piantare cita este estudo
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