Vigilância com exames de sangue e de imagem em portadores de mutação no TP53 com síndrome de Li-Fraumeni: 11 anos de acompanhamento
Biochemical and imaging surveillance in germline TP53 mutation carriers with Li-Fraumeni syndrome: 11 year follow-up of a prospective observational study
O que o estudo mostra
Em três centros do Canadá e dos Estados Unidos, 89 portadores de mutação no TP53 escolheram fazer ou não um protocolo intensivo de vigilância, com exame físico, exames de sangue e de imagem, incluindo ressonância de corpo inteiro. Ao todo, 59 fizeram a vigilância, que encontrou 40 tumores sem sintomas em 19 pessoas. Entre os que desenvolveram câncer, 84% do grupo em vigilância estavam vivos ao fim do acompanhamento, contra 49% do grupo sem vigilância. A sobrevida em cinco anos foi de 88,8% contra 59,6%. Os autores concluem que a vigilância é viável e associada a maior sobrevida. Como os grupos foram escolhidos pelos próprios participantes, pode haver diferenças entre eles.
- A vigilância detectou 40 tumores ainda sem sintomas.
- Sobrevida em cinco anos de 88,8% com vigilância contra 59,6% sem.
- Os grupos não foram sorteados, o que limita a comparação.
Resumo escrito pelo Time Piantare a partir do estudo, para leitura em português. Não substitui o artigo nem uma consulta. Conteúdo educativo, não é diagnóstico.
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