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Biblioteca Piantare · coorte · 2016

Vigilância com exames de sangue e de imagem em portadores de mutação no TP53 com síndrome de Li-Fraumeni: 11 anos de acompanhamento

Biochemical and imaging surveillance in germline TP53 mutation carriers with Li-Fraumeni syndrome: 11 year follow-up of a prospective observational study

Autores Villani A, Shore A, Wasserman JD, Stephens D, Kim RH, Druker H, Gallinger B, Naumer A, Kohlmann W, Novokmet A, Tabori U, Tijerin M, Greer ML, Finlay JL et al.Revista The Lancet. OncologyAno 2016DOI 10.1016/s1470-2045(16)30249-2PubMed 27501770
BEvidência boa. Ensaio clínico ou coorte grande, com método sólido. Como classificamos
Resumo da Piantare

O que o estudo mostra

Em três centros do Canadá e dos Estados Unidos, 89 portadores de mutação no TP53 escolheram fazer ou não um protocolo intensivo de vigilância, com exame físico, exames de sangue e de imagem, incluindo ressonância de corpo inteiro. Ao todo, 59 fizeram a vigilância, que encontrou 40 tumores sem sintomas em 19 pessoas. Entre os que desenvolveram câncer, 84% do grupo em vigilância estavam vivos ao fim do acompanhamento, contra 49% do grupo sem vigilância. A sobrevida em cinco anos foi de 88,8% contra 59,6%. Os autores concluem que a vigilância é viável e associada a maior sobrevida. Como os grupos foram escolhidos pelos próprios participantes, pode haver diferenças entre eles.

Resumo escrito pelo Time Piantare a partir do estudo, para leitura em português. Não substitui o artigo nem uma consulta. Conteúdo educativo, não é diagnóstico.

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