Efeitos biológicos do aterramento do corpo durante o sono, medidos por cortisol e relatos de sono, dor e estresse
The biologic effects of grounding the human body during sleep as measured by cortisol levels and subjective reporting of sleep, pain, and stress
O que o estudo mostra
Neste estudo-piloto, 12 pessoas com queixas de sono, dor e estresse dormiram por 8 semanas sobre um colchonete condutor ligado à terra, prática chamada aterramento ou grounding. O cortisol, hormônio ligado ao estresse, foi medido na saliva a cada 4 horas por 24 horas, antes e na sexta semana, e os sintomas foram anotados diariamente. O cortisol noturno ficou menor e o perfil ao longo do dia tendeu a seguir melhor o ritmo de 24 horas. Quase todos relataram melhora de sono, dor e estresse, com mudanças mais nítidas nas mulheres. Os resultados são preliminares: o grupo é muito pequeno e o resumo não descreve grupo de comparação.
- O cortisol noturno ficou menor após dormir aterrado por 8 semanas.
- Quase todos os 12 participantes relataram melhora de sono, dor e estresse.
- É um piloto pequeno, sem grupo de comparação descrito no resumo.
Resumo escrito pelo Time Piantare a partir do estudo, para leitura em português. Não substitui o artigo nem uma consulta. Conteúdo educativo, não é diagnóstico.
Onde a Piantare cita este estudo
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A anamnese da Piantare leva 6 minutos e mostra por onde começar. Se ficou uma dúvida, o Time Piantare responde.