Prevenção, diagnóstico e tratamento da síndrome de excesso de treino: consenso do ECSS e do ACSM
Prevention, diagnosis, and treatment of the overtraining syndrome: joint consensus statement of the European College of Sport Science and the American College of Sports Medicine
O que o estudo mostra
Este consenso de duas entidades de medicina esportiva, uma europeia e outra americana, explica que treinar bem exige sobrecarga, mas sem combiná-la com recuperação insuficiente. A queda temporária de desempenho que melhora após descanso é esperada. Quando o equilíbrio é rompido, surge o excesso de treino não funcional, e, em casos mais prolongados, a síndrome de excesso de treino, marcada por fadiga, queda de rendimento e alterações de humor. Diferenciar as duas situações é difícil e depende da evolução e da exclusão de outras causas, como infecções, falta de energia na dieta e deficiência de ferro. Diversos marcadores hormonais, bioquímicos, imunes e psicológicos são usados, mas nenhum é aceito como critério isolado.
- Treinar bem exige sobrecarga combinada com recuperação adequada.
- Diagnóstico depende de excluir outras causas, como infecções e deficiência de ferro.
- Nenhum marcador isolado é aceito para diagnosticar a síndrome.
Resumo escrito pelo Time Piantare a partir do estudo, para leitura em português. Não substitui o artigo nem uma consulta. Conteúdo educativo, não é diagnóstico.
Onde a Piantare cita este estudo
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