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Biblioteca Piantare · transversal · 2016

Frequência de predisposição genética à doença celíaca em doadores de sangue de São Paulo

PREVALENCE OF GENETIC SUSCEPTIBILITY FOR CELIAC DISEASE IN BLOOD DONORS IN SÃO PAULO, BRAZIL

Autores Muniz JG, Sdepanian VL, Fagundes URevista Arquivos de gastroenterologiaAno 2016DOI 10.1590/s0004-28032016000400011PubMed 27706458
CEvidência inicial. Estudo menor, observacional ou de laboratório: aponta caminho, ainda pede confirmação. Como classificamos
Resumo da Piantare

O que o estudo mostra

A doença celíaca é uma intolerância permanente ao glúten com forte componente genético, ligado às variantes HLA-DQ2 e HLA-DQ8. Os pesquisadores testaram essas variantes em 404 doadores de sangue de São Paulo e Jundiaí e, nos que as tinham, mediram o anticorpo antitransglutaminase, usado para rastrear a doença. Quase metade dos doadores (49%) tinha DQ2 ou DQ8, frequência parecida com a descrita na Europa. Entre esses, 5% tiveram o anticorpo positivo. Os autores concluem que a doença celíaca não deve ser rara no Brasil, e sim pouco diagnosticada. Ter as variantes indica predisposição, não doença, e a amostra de doadores pode não representar toda a população.

Resumo escrito pelo Time Piantare a partir do estudo, para leitura em português. Não substitui o artigo nem uma consulta. Conteúdo educativo, não é diagnóstico.

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