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Biblioteca Piantare · metanálise · 2026

Prevalência e características da hiperferritinemia na doença hepática esteatótica associada à disfunção metabólica: metanálise

Prevalence and Characteristics of Hyperferritinemia in Metabolic Dysfunction-Associated Steatotic Liver Disease: A Meta-Analysis

Autores Souza M, Lima LCV, Villela-Nogueira CARevista Liver international : official journal of the International Association for the Study of the LiverAno 2026DOI 10.1111/liv.70569PubMed 41873565
BEvidência boa. Ensaio clínico ou coorte grande, com método sólido. Como classificamos
Resumo da Piantare

O que o estudo mostra

Esta metanálise reuniu 16 estudos observacionais com 49.754 pessoas com doença hepática esteatótica associada à disfunção metabólica, o acúmulo de gordura no fígado ligado ao metabolismo. A ferritina alta, que reflete estoques de ferro e inflamação, apareceu em cerca de 26% delas, mais na Ásia e menos na América do Norte. Quem tinha ferritina alta era mais frequentemente homem e apresentava triglicerídeos, hemoglobina glicada, resistência à insulina e enzimas do fígado mais altos, além de mais inflamação e fibrose hepática. Também teve cerca do dobro de eventos relacionados ao fígado. A ferritina surge como um marcador simples para identificar quem precisa de mais atenção. O limite é a grande variação entre os estudos.

Resumo escrito pelo Time Piantare a partir do estudo, para leitura em português. Não substitui o artigo nem uma consulta. Conteúdo educativo, não é diagnóstico.

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