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Biblioteca Piantare · transversal · 2015

Origem e dinâmica da miscigenação nos brasileiros e seu efeito no padrão de mutações prejudiciais

Origin and dynamics of admixture in Brazilians and its effect on the pattern of deleterious mutations

Autores Kehdy FS, Gouveia MH, Machado M, Magalhães WC, Horimoto AR, Horta BL, Moreira RG, Leal TP, Scliar MO, Soares-Souza GB, Rodrigues-Soares F, Araújo GS et al.Revista Proceedings of the National Academy of Sciences of the United States of AmericaAno 2015DOI 10.1073/pnas.1504447112PubMed 26124090
BEvidência boa. Ensaio clínico ou coorte grande, com método sólido. Como classificamos
Resumo da Piantare

O que o estudo mostra

A Iniciativa EPIGEN Brasil analisou o genoma de 6.487 pessoas de três populações: Nordeste, com cerca de 50% de ancestralidade africana, e Sudeste e Sul, com mais de 70% de ancestralidade europeia. Os resultados mostram que as pessoas tenderam, ao longo da história, a se casar com outras de ancestralidade parecida. A ancestralidade indígena foi baixa, de 6% a 8%, introduzida logo após a colonização, e a africana mostrou dois componentes, mais ocidental no Nordeste e mais oriental, de povos bantos, no Sudeste e Sul. O sequenciamento profundo de 30 pessoas indicou que a mistura continental é o principal fator na quantidade de variantes prejudiciais de cada um. O limite é cobrir apenas três populações.

Resumo escrito pelo Time Piantare a partir do estudo, para leitura em português. Não substitui o artigo nem uma consulta. Conteúdo educativo, não é diagnóstico.

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