Metanálise de estudos genômicos de altura e IMC em cerca de 700 mil pessoas de ascendência europeia
Meta-analysis of genome-wide association studies for height and body mass index in ∼700000 individuals of European ancestry
O que o estudo mostra
Os autores combinaram estudos de associação genômica ampla, que varrem o genoma em busca de variantes ligadas a uma característica, somando cerca de 700 mil pessoas de ascendência europeia. Identificaram 3.290 variantes independentes associadas à altura e 941 ao índice de massa corporal (IMC). Juntas, essas variantes explicaram cerca de 24,6% da variação da altura e apenas 6% da variação do IMC em uma amostra independente. Isso mostra que a altura é bem mais explicada pela genética medida do que o peso relativo, que depende muito também do ambiente e dos hábitos. O limite é a população restrita à ascendência europeia.
- Foram identificadas 3.290 variantes ligadas à altura e 941 ao IMC.
- As variantes explicaram 24,6% da altura, mas só 6% do IMC.
- O IMC depende muito de ambiente e hábitos, além da genética.
Resumo escrito pelo Time Piantare a partir do estudo, para leitura em português. Não substitui o artigo nem uma consulta. Conteúdo educativo, não é diagnóstico.
Onde a Piantare cita este estudo
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