Acompanhamento de pessoas com predisposição familiar ao câncer de pâncreas: recomendações atualizadas do consórcio CAPS
Management of patients with increased risk for familial pancreatic cancer: updated recommendations from the International Cancer of the Pancreas Screening (CAPS) Consortium
O que o estudo mostra
O consórcio internacional CAPS reuniu especialistas em 2018 e usou o método Delphi (votações sucessivas até consenso de pelo menos 75%) para atualizar as recomendações sobre pessoas com histórico familiar ou variantes genéticas que aumentam a chance de câncer de pâncreas. Houve consenso em 55 afirmações. Para quem tem histórico familiar, o acompanhamento deve começar a partir dos 50 anos ou dez anos antes do caso mais jovem na família. Portadores de variantes no gene ATM com um parente de primeiro grau afetado passaram a ser elegíveis. Os exames preferidos são ecoendoscopia e ressonância, em geral uma vez por ano. Os especialistas indicam que o acompanhamento ocorra em centros experientes e em contexto de pesquisa, pois benefícios e custos ainda precisam ser avaliados.
- Consenso em 55 afirmações entre especialistas de várias áreas.
- Acompanhamento a partir dos 50 anos ou dez anos antes do caso familiar mais jovem.
- Ecoendoscopia e ressonância são os exames preferidos, geralmente anuais.
Resumo escrito pelo Time Piantare a partir do estudo, para leitura em português. Não substitui o artigo nem uma consulta. Conteúdo educativo, não é diagnóstico.
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