A perda de função do gene ACTN3 altera o metabolismo muscular em camundongos e mostra sinais de seleção positiva em humanos
Loss of ACTN3 gene function alters mouse muscle metabolism and shows evidence of positive selection in humans
O que o estudo mostra
Mais de um bilhão de pessoas não produzem alfa-actinina-3, proteína das fibras musculares rápidas, por terem duas cópias da variante R577X do gene ACTN3. A variante já era associada ao desempenho de atletas. Os pesquisadores criaram camundongos sem o gene e viram o músculo migrar para um metabolismo aeróbico, mais eficiente no uso de oxigênio, com mais resistência. Analisando DNA de pessoas de origem europeia e do leste asiático, encontraram sinais de que a variante foi favorecida pela seleção natural recente. A hipótese é que ela tenha se espalhado pelo efeito no metabolismo muscular. O limite é que o efeito no músculo foi medido em camundongos, não em humanos.
- Mais de um bilhão de pessoas não produzem a proteína alfa-actinina-3.
- Camundongos sem o gene tiveram músculo mais aeróbico e mais resistência.
- A variante mostra sinais de seleção natural recente em algumas populações.
Resumo escrito pelo Time Piantare a partir do estudo, para leitura em português. Não substitui o artigo nem uma consulta. Conteúdo educativo, não é diagnóstico.
Onde a Piantare cita este estudo
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