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Biblioteca Piantare · outro · 2020

Limitações do sequenciamento do exoma na detecção de doenças raras e sem diagnóstico

Limitations of exome sequencing in detecting rare and undiagnosed diseases

Autores Burdick KJ, Cogan JD, Rives LC, Robertson AK, Koziura ME, Brokamp E, Duncan L, Hannig V, Pfotenhauer J, Vanzo R, Paul MS, Bican A, Morgan T, Duis J et al.Revista American journal of medical genetics. Part AAno 2020DOI 10.1002/ajmg.a.61558PubMed 32190976
BEvidência boa. Ensaio clínico ou coorte grande, com método sólido. Como classificamos
Resumo da Piantare

O que o estudo mostra

O sequenciamento do exoma lê as partes do DNA que codificam proteínas e costuma ser a etapa final na investigação genética. Os autores revisaram 54 diagnósticos obtidos em uma rede americana de doenças sem diagnóstico. Dois terços vieram de achados clínicos e variantes encontradas pelo exoma, mas 28% exigiram testes além dele, como sequenciamento do genoma completo, busca de perdas ou ganhos de trechos do DNA, regiões não codificantes, expansões repetitivas e metilação. Ao todo, um terço dos diagnósticos não foi resolvido só pelo exoma. A mensagem é que um exoma sem achados não encerra a investigação. Trata-se de uma série pequena de casos, e o custo-benefício dos testes adicionais ainda precisa ser estudado.

Resumo escrito pelo Time Piantare a partir do estudo, para leitura em português. Não substitui o artigo nem uma consulta. Conteúdo educativo, não é diagnóstico.

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