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Biblioteca Piantare · estudo de laboratório · 2000

Respostas fisiológicas humanas à imersão em água de diferentes temperaturas

Human physiological responses to immersion into water of different temperatures

Autores Srámek P, Simecková M, Janský L, Savlíková J, Vybíral SRevista European journal of applied physiologyAno 2000DOI 10.1007/s004210050065PubMed 10751106
CEvidência inicial. Estudo menor, observacional ou de laboratório: aponta caminho, ainda pede confirmação. Como classificamos
Resumo da Piantare

O que o estudo mostra

Jovens do sexo masculino ficaram uma hora imersos até o pescoço em água a 32, 20 e 14 °C, para separar o efeito do frio do efeito da pressão da água. A 32 °C, frequência cardíaca, pressão e cortisol caíram. A 14 °C, a temperatura interna baixou, o gasto de energia subiu 350% e a noradrenalina, mensageiro do sistema nervoso que prepara o corpo para ação, aumentou 530%. Em nenhuma temperatura o cortisol subiu. Os autores concluem que a imersão age por mecanismos hormonais, enquanto o frio age sobretudo pela ativação do sistema nervoso simpático. O limite é o grupo pequeno de homens jovens, com sessões únicas.

Resumo escrito pelo Time Piantare a partir do estudo, para leitura em português. Não substitui o artigo nem uma consulta. Conteúdo educativo, não é diagnóstico.

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