Respostas fisiológicas humanas à imersão em água de diferentes temperaturas
Human physiological responses to immersion into water of different temperatures
O que o estudo mostra
Jovens do sexo masculino ficaram uma hora imersos até o pescoço em água a 32, 20 e 14 °C, para separar o efeito do frio do efeito da pressão da água. A 32 °C, frequência cardíaca, pressão e cortisol caíram. A 14 °C, a temperatura interna baixou, o gasto de energia subiu 350% e a noradrenalina, mensageiro do sistema nervoso que prepara o corpo para ação, aumentou 530%. Em nenhuma temperatura o cortisol subiu. Os autores concluem que a imersão age por mecanismos hormonais, enquanto o frio age sobretudo pela ativação do sistema nervoso simpático. O limite é o grupo pequeno de homens jovens, com sessões únicas.
- Na água a 14 °C, o gasto de energia subiu 350% e a noradrenalina 530%.
- O cortisol não subiu em nenhuma das temperaturas testadas.
- O estudo incluiu apenas homens jovens, em sessões únicas.
Resumo escrito pelo Time Piantare a partir do estudo, para leitura em português. Não substitui o artigo nem uma consulta. Conteúdo educativo, não é diagnóstico.
Onde a Piantare cita este estudo
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