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Biblioteca Piantare · revisão · 2019

Genética do transtorno de déficit de atenção e hiperatividade

Genetics of attention deficit hyperactivity disorder

Autores Faraone SV, Larsson HRevista Molecular psychiatryAno 2019DOI 10.1038/s41380-018-0070-0PubMed 29892054
AEvidência forte. Metanálise, revisão sistemática ou diretriz: o resultado se repete em muitos estudos. Como classificamos
Resumo da Piantare

O que o estudo mostra

Esta revisão reúne décadas de pesquisa sobre a genética do TDAH. Estudos com famílias, gêmeos e adoção mostram que o transtorno se concentra em famílias, com herdabilidade estimada em 74%, ou seja, boa parte da variação entre pessoas se explica por diferenças genéticas. Estudos de ligação indicam que cada variante isolada tem efeito muito pequeno. Os estudos de associação genômica identificaram algumas regiões do DNA e mostraram que cerca de um terço da herdabilidade vem de muitas variantes comuns somadas, um componente poligênico. Variações raras no número de cópias de trechos do DNA explicam outra parte. Esses achados apontam novas vias biológicas que, no futuro, podem orientar o desenvolvimento de tratamentos.

Resumo escrito pelo Time Piantare a partir do estudo, para leitura em português. Não substitui o artigo nem uma consulta. Conteúdo educativo, não é diagnóstico.

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