Preferência matutina estimada pela genética, horário do sono e depressão maior
Genetically Proxied Diurnal Preference, Sleep Timing, and Risk of Major Depressive Disorder
O que o estudo mostra
O estudo usou randomização mendeliana, método que usa variantes genéticas como substitutas de um hábito para estimar relações de causa. Foram considerados até 340 trechos do genoma ligados à preferência por acordar cedo, de cerca de 698 mil pessoas, e dados de depressão de 170.756 casos e 329.443 controles, todos de ascendência europeia. Cada hora a mais cedo no ponto médio do sono esteve associada a chance 23% menor de depressão maior. O resultado se manteve em análises de sensibilidade, embora não tenha sido significativo com uma das definições de diagnóstico. Os achados reforçam o papel do horário do sono no humor. Os autores sugerem ensaios clínicos, e a amostra só europeia limita a generalização.
- Dormir uma hora mais cedo, estimado pela genética, associou-se a 23% menos chance de depressão.
- O resultado se manteve em testes para vieses de pleiotropia e causalidade reversa.
- Amostra apenas de ascendência europeia; ensaios clínicos ainda são necessários.
Resumo escrito pelo Time Piantare a partir do estudo, para leitura em português. Não substitui o artigo nem uma consulta. Conteúdo educativo, não é diagnóstico.
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