Prevalência de hipercolesterolemia familiar numa sociedade miscigenada: sexo e raça importam. O ELSA-Brasil
Familial hypercholesterolemia prevalence in an admixed racial society: Sex and race matter. The ELSA-Brasil
O que o estudo mostra
Os pesquisadores avaliaram 14.460 adultos de 35 a 75 anos do ELSA-Brasil, grande coorte de servidores públicos, para estimar quantos têm hipercolesterolemia familiar, condição genética que eleva o LDL desde o nascimento. Usaram critérios clínicos padronizados, com ajuste do LDL para quem usava estatina. A condição apareceu em 1 a cada 263 pessoas, um pouco mais em mulheres, 1 em 244, do que em homens, 1 em 333. A frequência foi maior em pessoas pardas, 1 em 204, e pretas, 1 em 156, do que em brancas, 1 em 417. A extrapolação para a população brasileira deu números semelhantes. O limite é a classificação ser clínica, sem teste genético.
- A hipercolesterolemia familiar afetou 1 a cada 263 participantes.
- Foi mais frequente em pessoas pretas e pardas do que em brancas.
- O diagnóstico foi clínico, sem confirmação por teste genético.
Resumo escrito pelo Time Piantare a partir do estudo, para leitura em português. Não substitui o artigo nem uma consulta. Conteúdo educativo, não é diagnóstico.
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