Erros em um laboratório de urgência: tipos e frequências dez anos depois
Errors in a stat laboratory: types and frequencies 10 years later
O que o estudo mostra
Em 2006, os autores repetiram um levantamento feito em 1996 num laboratório de exames urgentes, em quatro setores de um hospital: clínica médica, nefrologia, cirurgia e terapia intensiva. Por três meses, médicos e enfermeiros registraram todo resultado suspeito, revisado diariamente por um médico do laboratório. Entre 51.746 análises, houve 393 resultados questionados e 160 erros confirmados, uma frequência de 3.092 por milhão, bem menor que a de dez anos antes. As fases antes da análise, como coleta e identificação, e depois dela, como transmissão do laudo, continuaram concentrando a maior parte dos erros. O retrato é de um único laboratório, o que limita a generalização.
- Houve 160 erros confirmados em 51.746 análises, cerca de 0,3%.
- A frequência de erros caiu significativamente em relação a dez anos antes.
- Coleta e emissão do laudo seguiram concentrando a maioria dos erros.
Resumo escrito pelo Time Piantare a partir do estudo, para leitura em português. Não substitui o artigo nem uma consulta. Conteúdo educativo, não é diagnóstico.
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