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Biblioteca Piantare · transversal · 2005

Diferenças epigenéticas surgem ao longo da vida de gêmeos idênticos

Epigenetic differences arise during the lifetime of monozygotic twins

Autores Fraga MF, Ballestar E, Paz MF, Ropero S, Setien F, Ballestar ML, Heine-Suñer D, Cigudosa JC, Urioste M, Benitez J, Boix-Chornet M, Sanchez-Aguilera A, Ling C et al.Revista Proceedings of the National Academy of Sciences of the United States of AmericaAno 2005DOI 10.1073/pnas.0500398102PubMed 16009939
CEvidência inicial. Estudo menor, observacional ou de laboratório: aponta caminho, ainda pede confirmação. Como classificamos
Resumo da Piantare

O que o estudo mostra

Gêmeos idênticos têm o mesmo DNA, mas muitas vezes diferem em aparência e em doenças ao longo da vida. Os pesquisadores analisaram um grande grupo de gêmeos idênticos e mediram duas marcas epigenéticas, sinais químicos que regulam quais genes ficam ativos: a metilação do DNA e a acetilação de histonas. Nos primeiros anos de vida, os gêmeos eram praticamente iguais. Os gêmeos mais velhos, porém, mostravam diferenças marcantes nessas marcas e no padrão de genes ativos. A conclusão é que a epigenética ajuda a explicar como o mesmo DNA gera pessoas diferentes. O limite é o desenho comparativo entre idades, sem acompanhar os mesmos gêmeos no tempo.

Resumo escrito pelo Time Piantare a partir do estudo, para leitura em português. Não substitui o artigo nem uma consulta. Conteúdo educativo, não é diagnóstico.

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