Efeitos da respiração lenta voluntária na frequência cardíaca e na variabilidade da frequência cardíaca: revisão sistemática e metanálise
Effects of voluntary slow breathing on heart rate and heart rate variability: A systematic review and a meta-analysis
O que o estudo mostra
Os autores reuniram 223 estudos sobre respiração lenta voluntária e a variabilidade da frequência cardíaca (VFC), a oscilação natural entre batimentos que reflete a atividade do sistema nervoso parassimpático, ligado ao descanso e à recuperação. Avaliaram três momentos: durante a prática (172 estudos), logo após uma sessão (16) e após programas de várias sessões (49). Nos três cenários, respirar devagar aumentou os índices de VFC ligados ao nervo vago. Os autores concluem que é uma técnica simples, de baixo custo e com poucos efeitos indesejados, útil na prevenção e como apoio a outros cuidados. O limite é a diversidade de protocolos entre os estudos.
- Respirar devagar aumentou a VFC durante a prática e logo depois.
- Programas de várias sessões também mostraram aumento da VFC.
- Técnica simples, de baixo custo e com poucos efeitos indesejados.
Resumo escrito pelo Time Piantare a partir do estudo, para leitura em português. Não substitui o artigo nem uma consulta. Conteúdo educativo, não é diagnóstico.
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