Diagnóstico e manejo da hiperprolactinemia: estudo multicêntrico brasileiro com 1.234 pacientes
Diagnosis and management of hyperprolactinemia: results of a Brazilian multicenter study with 1234 patients
O que o estudo mostra
Este estudo retrospectivo reuniu 1.234 pacientes com prolactina alta de 10 centros de endocrinologia do Brasil. As causas mais comuns foram prolactinoma, um tumor benigno da hipófise (56,2%), efeito de remédios (14,5%) e macroprolactinemia, uma forma pouco ativa do hormônio (9,3%). Os sintomas foram parecidos entre as causas, e os valores de prolactina se sobrepuseram bastante, mas níveis acima de 500 ng/ml apareceram só em prolactinomas. Em 388 pacientes com prolactinoma, dois medicamentos da mesma classe foram comparados, e um deles normalizou a prolactina com mais frequência (81,9% contra 67,1%). Por ser retrospectivo, depende da qualidade dos registros.
- Prolactinoma, efeito de remédios e macroprolactinemia foram as três causas mais comuns.
- Valores de prolactina acima de 500 ng/ml só apareceram em prolactinomas.
- Os sintomas foram semelhantes independentemente da causa.
Resumo escrito pelo Time Piantare a partir do estudo, para leitura em português. Não substitui o artigo nem uma consulta. Conteúdo educativo, não é diagnóstico.
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