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Biblioteca Piantare · coorte · 2008

Diagnóstico e manejo da hiperprolactinemia: estudo multicêntrico brasileiro com 1.234 pacientes

Diagnosis and management of hyperprolactinemia: results of a Brazilian multicenter study with 1234 patients

Autores Vilar L, Freitas MC, Naves LA, Casulari LA, Azevedo M, Montenegro R, Barros AI, Faria M, Nascimento GC, Lima JG, Nóbrega LH, Cruz TP, Mota A, Ramos A et al.Revista Journal of endocrinological investigationAno 2008DOI 10.1007/bf03346388PubMed 18560262
BEvidência boa. Ensaio clínico ou coorte grande, com método sólido. Como classificamos
Resumo da Piantare

O que o estudo mostra

Este estudo retrospectivo reuniu 1.234 pacientes com prolactina alta de 10 centros de endocrinologia do Brasil. As causas mais comuns foram prolactinoma, um tumor benigno da hipófise (56,2%), efeito de remédios (14,5%) e macroprolactinemia, uma forma pouco ativa do hormônio (9,3%). Os sintomas foram parecidos entre as causas, e os valores de prolactina se sobrepuseram bastante, mas níveis acima de 500 ng/ml apareceram só em prolactinomas. Em 388 pacientes com prolactinoma, dois medicamentos da mesma classe foram comparados, e um deles normalizou a prolactina com mais frequência (81,9% contra 67,1%). Por ser retrospectivo, depende da qualidade dos registros.

Resumo escrito pelo Time Piantare a partir do estudo, para leitura em português. Não substitui o artigo nem uma consulta. Conteúdo educativo, não é diagnóstico.

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