Adaptação convergente da persistência da lactase na África e na Europa
Convergent adaptation of human lactase persistence in Africa and Europe
O que o estudo mostra
Em europeus, uma variante do gene da lactase explica a capacidade de digerir leite na vida adulta, mas a base genética em africanos era desconhecida. Os pesquisadores estudaram 470 pessoas da Tanzânia, do Quênia e do Sudão e encontraram três variantes diferentes associadas a essa capacidade, que aumentaram a atividade do gene em testes de laboratório. Elas surgiram de forma independente da variante europeia e entre si. Sinais no DNA indicam seleção forte nos últimos cerca de 7 mil anos. É um exemplo de evolução convergente: populações distintas chegaram à mesma adaptação por caminhos genéticos diferentes, ligados à criação de animais e ao consumo de leite.
- Três variantes africanas permitem digerir leite na vida adulta.
- Elas surgiram de forma independente da variante comum em europeus.
- A seleção dessas variantes ocorreu nos últimos cerca de 7 mil anos.
Resumo escrito pelo Time Piantare a partir do estudo, para leitura em português. Não substitui o artigo nem uma consulta. Conteúdo educativo, não é diagnóstico.
Onde a Piantare cita este estudo
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