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Biblioteca Piantare · diretriz · 2004

Bioimpedância elétrica, parte II: uso na prática clínica

Bioelectrical impedance analysis-part II: utilization in clinical practice

Autores Kyle UG, Bosaeus I, De Lorenzo AD, Deurenberg P, Elia M, Manuel Gómez J, Lilienthal Heitmann B, Kent-Smith L, Melchior JC, Pirlich M, Scharfetter H et al.Revista Clinical nutrition (Edinburgh, Scotland)Ano 2004DOI 10.1016/j.clnu.2004.09.012PubMed 15556267
AEvidência forte. Metanálise, revisão sistemática ou diretriz: o resultado se repete em muitos estudos. Como classificamos
Resumo da Piantare

O que o estudo mostra

Esta segunda parte das diretrizes da Sociedade Europeia de Nutrição Clínica (ESPEN) revisa como a bioimpedância, exame que estima a composição corporal pela passagem de uma corrente elétrica fraca, funciona na prática. O método é simples, portátil e não invasivo, e mede massa livre de gordura, gordura corporal e água do corpo. Os estudos indicam boa precisão em pessoas saudáveis e com hidratação estável, desde que a equação seja validada para idade, sexo e etnia. Em extremos de índice de massa corporal ou com hidratação alterada, o uso de rotina não é recomendado. O acompanhamento ao longo do tempo é possível entre IMC 16 e 34, com cautela. Aparelhos multifrequência ainda precisam de mais validação.

Resumo escrito pelo Time Piantare a partir do estudo, para leitura em português. Não substitui o artigo nem uma consulta. Conteúdo educativo, não é diagnóstico.

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