Bioimpedância elétrica, parte II: uso na prática clínica
Bioelectrical impedance analysis-part II: utilization in clinical practice
O que o estudo mostra
Esta segunda parte das diretrizes da Sociedade Europeia de Nutrição Clínica (ESPEN) revisa como a bioimpedância, exame que estima a composição corporal pela passagem de uma corrente elétrica fraca, funciona na prática. O método é simples, portátil e não invasivo, e mede massa livre de gordura, gordura corporal e água do corpo. Os estudos indicam boa precisão em pessoas saudáveis e com hidratação estável, desde que a equação seja validada para idade, sexo e etnia. Em extremos de índice de massa corporal ou com hidratação alterada, o uso de rotina não é recomendado. O acompanhamento ao longo do tempo é possível entre IMC 16 e 34, com cautela. Aparelhos multifrequência ainda precisam de mais validação.
- A bioimpedância funciona bem em pessoas saudáveis com hidratação estável.
- Não é indicada de rotina em extremos de IMC ou hidratação alterada.
- O acompanhamento ao longo do tempo é possível entre IMC 16 e 34, com cautela.
Resumo escrito pelo Time Piantare a partir do estudo, para leitura em português. Não substitui o artigo nem uma consulta. Conteúdo educativo, não é diagnóstico.
Onde a Piantare cita este estudo
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