Consumo de café e sobrevida conforme a genética do metabolismo da cafeína: achados do UK Biobank
Association of Coffee Drinking With Mortality by Genetic Variation in Caffeine Metabolism: Findings From the UK Biobank
O que o estudo mostra
Com dados de 498.134 adultos britânicos do UK Biobank, com idade média de 57 anos e acompanhados por cerca de 10 anos, os autores avaliaram a relação entre café e sobrevida, considerando um escore genético da velocidade de metabolizar cafeína. Cerca de 78% bebiam café. Em comparação a quem não bebia, quem tomava café teve menos óbitos, com reduções de 8% a 16% conforme a quantidade, inclusive entre quem tomava 8 ou mais xícaras. O padrão se repetiu para café moído, solúvel e descafeinado e foi igual entre metabolizadores lentos e rápidos. Isso sugere papel de outros componentes do café além da cafeína. Por ser observacional, o estudo não prova causa.
- Bebedores de café tiveram de 8% a 16% menos óbitos que não bebedores.
- O padrão valeu também para café descafeinado e solúvel.
- A genética do metabolismo da cafeína não alterou a associação.
Resumo escrito pelo Time Piantare a partir do estudo, para leitura em português. Não substitui o artigo nem uma consulta. Conteúdo educativo, não é diagnóstico.
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