Terapia com androgênios em mulheres: reavaliação, diretriz de prática clínica da Endocrine Society
Androgen therapy in women: a reappraisal: an Endocrine Society clinical practice guideline
O que o estudo mostra
Uma força-tarefa de cinco sociedades médicas revisou as evidências, com duas revisões sistemáticas encomendadas e o método GRADE, sobre o uso de androgênios, como a testosterona, em mulheres. A diretriz desaconselha diagnosticar deficiência de androgênios em mulheres saudáveis, por não existir uma síndrome bem definida nem relação clara entre níveis hormonais e sintomas. Também desaconselha o uso geral de testosterona ou DHEA para fertilidade, cognição, saúde cardiovascular, metabólica ou óssea e bem-estar geral. A única situação com evidência de eficácia e segurança no curto prazo é o transtorno do desejo sexual hipoativo em mulheres pós-menopausa. Faltam dados de segurança no longo prazo, e quem usa deve ser acompanhado por médico.
- Não se recomenda diagnosticar deficiência de androgênios em mulheres saudáveis.
- Uso geral de testosterona ou DHEA para bem-estar não é recomendado.
- Há evidência apenas para desejo sexual hipoativo após a menopausa, no curto prazo.
Resumo escrito pelo Time Piantare a partir do estudo, para leitura em português. Não substitui o artigo nem uma consulta. Conteúdo educativo, não é diagnóstico.
Onde a Piantare cita este estudo
Quer entender o que isso muda para você?
A anamnese da Piantare leva 6 minutos e mostra por onde começar. Se ficou uma dúvida, o Time Piantare responde.