Genótipo ACTN3 se associa ao ganho de força muscular com treino de resistência em mulheres
ACTN3 genotype is associated with increases in muscle strength in response to resistance training in women
O que o estudo mostra
O gene ACTN3 produz uma proteína das fibras musculares rápidas, e uma variante comum (R577X) faz com que ela não seja produzida. Os pesquisadores acompanharam 247 homens e 355 mulheres em 12 semanas de musculação padronizada do braço não dominante, em oito centros, medindo tamanho do músculo por ressonância e força. Nos homens não houve associação. Nas mulheres, as que tinham duas cópias da variante X começaram com menos força, mas tiveram ganhos maiores de força máxima que as com duas cópias R. O genótipo explicou só cerca de 2% da força e do ganho, o que indica que o ACTN3 é um entre muitos genes envolvidos na resposta ao treino.
- Nos homens, o ACTN3 não se associou ao tamanho nem à força muscular.
- Mulheres com genótipo XX ganharam mais força máxima com o treino.
- O gene explicou só cerca de 2% das diferenças de força.
Resumo escrito pelo Time Piantare a partir do estudo, para leitura em português. Não substitui o artigo nem uma consulta. Conteúdo educativo, não é diagnóstico.
Onde a Piantare cita este estudo
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