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Biblioteca Piantare · diretriz · 2013

Diretriz do ACMG: falta de evidência para testar polimorfismos do MTHFR

ACMG Practice Guideline: lack of evidence for MTHFR polymorphism testing

Autores Hickey SE, Curry CJ, Toriello HVRevista Genetics in medicine : official journal of the American College of Medical GeneticsAno 2013DOI 10.1038/gim.2012.165PubMed 23288205
AEvidência forte. Metanálise, revisão sistemática ou diretriz: o resultado se repete em muitos estudos. Como classificamos
Resumo da Piantare

O que o estudo mostra

O Colégio Americano de Genética Médica e Genômica avaliou o teste de variantes do gene MTHFR, frequentemente pedido na investigação de trombofilia, a tendência a formar coágulos. A hipótese antiga era que essas variantes reduziam a atividade da enzima, elevavam levemente a homocisteína e, assim, aumentavam a chance de trombose venosa, doença coronariana e perdas gestacionais repetidas. Metanálises recentes, porém, não confirmaram associação entre homocisteína elevada e doença coronariana, nem entre as variantes do MTHFR e trombose venosa. Com base nisso, a diretriz conclui que o teste tem utilidade clínica mínima e não deve fazer parte da avaliação de rotina de trombofilia. É um posicionamento baseado em revisão da literatura.

Resumo escrito pelo Time Piantare a partir do estudo, para leitura em português. Não substitui o artigo nem uma consulta. Conteúdo educativo, não é diagnóstico.

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